O transplante cardíaco em pacientes com cardiopatia congênita é indicado quando a função cardíaca entra em insuficiência terminal e outras terapias não trazem mais benefício. Em cardiopatias complexas, a decisão leva em conta histórico de cirurgias prévias, alterações anatômicas e risco cirúrgico, por isso cada caso é avaliado individualmente por equipes especializadas.
Esses procedimentos costumam exigir planejamento detalhado: alguns pacientes precisam de suporte mecânico enquanto aguardam doador, e em situações com comprometimento pulmonar pode ser necessário transplante coração-pulmão. A experiência do centro e o trabalho multidisciplinar (cardiologia pediátrica, cardiologia de adultos com cardiopatia congênita, cirurgia e transplante) são decisivos para melhores resultados.
Embora o prognóstico tenha melhorado nas últimas décadas, sobrevida e recuperação variam conforme a complexidade da doença e as comorbidades; por isso o acompanhamento especializado é essencial após o transplante.
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