Ao descobrir que um filho tem uma cardiopatia congênita, é comum que a família imagine imediatamente a necessidade de uma cirurgia. No entanto, essa não é uma regra. Existem alterações cardíacas que podem permanecer estáveis ao longo do tempo e serem acompanhadas de perto, sem a necessidade de um procedimento cirúrgico.
A definição do tratamento depende de diversos fatores, como o tipo da cardiopatia, sua complexidade, os sintomas apresentados e a evolução clínica da criança.
Por isso, cada caso deve ser avaliado de forma individual, com acompanhamento especializado e monitoramento contínuo para garantir a melhor conduta em cada fase do desenvolvimento.
Mais do que pensar no tratamento, o essencial é contar com uma avaliação precisa e um acompanhamento de confiança desde o diagnóstico.
Entre em contato e agende uma consulta para esclarecer suas dúvidas e entender qual é o melhor caminho para cuidar da saúde do coração do seu filho. ❤️
Dra. Sonia | Pediatria e Cardiologia Infantil

