Quando ouvimos o termo ventrículo único, é importante entender que não se trata de uma única doença, e sim de um conjunto de cardiopatias congênitas. Nessas condições, apenas um ventrículo consegue bombear o sangue de maneira eficiente, assumindo sozinho a função de levar sangue ao organismo e aos pulmões.
Entre os diagnósticos que podem fazer parte desse grupo estão a Síndrome do Coração Esquerdo Hipoplásico (SHCE), a atresia tricúspide, algumas formas de atresia pulmonar e a dupla via de entrada ventricular. Como cada coração se forma de um jeito, cada criança precisa de avaliação e conduta próprias.
Com os avanços da medicina, muitas crianças com ventrículo único têm desenvolvimento, rotina escolar e vida ativa. O acompanhamento especializado ao longo dos anos é fundamental para monitorar a saúde cardíaca e oferecer o melhor cuidado em cada etapa. ❤️

